Sinal Verde: Vai começar a temporada 2017 da Fórmula 1

Enfim, a espera acabou. Foram mais de quatro meses entre a bandeira final do GP de Abu Dhabi, para o próximo final de semana, onde equipes e pilotos já estão a caminho de Melbourne para abertura do campeonato, no Grande Prêmio da Austrália, na corrida que abre a temporada 2017 da Fórmula 1.

E como este blogueiro que vos escreve, retorna as suas atividades em curso normal neste final de semana, este post vai tentar resumir um pouco do que pode acontecer em uma temporada repleta de mudanças na maior categoria do automobilismo mundial. Mudanças que vão desde as configurações dos carros, pneus, passando por equipes, pilotos e do calendário da Fórmula 1 deste ano, em uma temporada que promete uma disputa intensa, onde a Mercedes pela quarta temporada seguida, começa o ano como a equipe a ser superada pelas demais rivais.

A Temporada

Diferente de 2016, a temporada deste ano contará com uma corrida a menos do que o ano anterior. Com mais um ano de impasse, o Grande Prêmio da Alemanha, será a grande baixa da temporada deste ano, que terá 20 corridas, ao contrário das 21 provas de 2016, naquela que foi a temporada mais longa da história da Fórmula 1.

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Grid deste ano contará com uma equipe a menos que 2016

Com a saída da Manor, que não conseguiu novos investidores para seguir na Fórmula 1 em 2017, o grid deste ano terá 20 carros, dois a menos do que em 2016, o que obrigou uma ‘dança das cadeiras’ nos cockpits da atual temporada, com algumas mudanças nas equipes que estão na pista neste ano.

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Parte técnica

Para este ano, diversas mudanças nos carros vão chamar a atenção do grande publico. As mais visíveis para os fãs da maior categoria do automobilismo mundial, é o tamanho dos carros, que este ano se apresentam mais largos e consequentemente mais pesados do que o ano passado. Outra alteração visível para o público é a nova configuração dos pneus, um ponto que gerou polêmica nas últimas temporadas, e que esse promete ser um diferencial positivo na luta de equipes e pilotos na busca pela melhor performance, onde os fãs da maior categoria do automobilismo mundial poderão notar que os pneus deste 2017, estão mais largos que o da temporada passada, o que garantirá uma durabilidade maior aliado a uma maior aderência. Durante os próximos posts, vamos dissecar as demais mudanças nas configurações dos carros.

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Carros estarão mais rápidos em 2017

Para a temporada que inicia, talvez a mudança mais significativa, e que talvez a que mais empolgue o fanático por velocidade, é que neste ano os carros estarão mais rápidos do que a temporada passada. Sem mais o sistema de Tokens, que nada mais era do que um sistema limitado de desenvolvimento dos motores, os carros já apresentaram um ganho de 30 a 50cv a mais do que em 2016. O que já dá um ganho de 4 a 5s por volta se comparar ao ano passado.

A titulo de exemplo, uma volta com o motor de 2016 no circuito de Barcelona, girava em torno de 1m23s, nos testes de pré -temporada, que aconteceu entre o final do mês de fevereiro e o inicio de março, os carros de 2017, já pulverizaram os recordes de volta, girado em torno de 1m19s, uma diferença de 4s mais rápido que o carro do ano anterior. Em compensação, a única equipe prejudicada com os novos motores será a Sauber, que tem uma parceria de várias temporadas com a Ferrari, para a utilização dos motores da temporada anterior, o que praticamente garante os últimos lugares para a equipe suíça no grid atual.

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Equipes e Pilotos

Mercedes

Atual tricampeã de construtores, a escuderia alemã começa a temporada com a equipe a ser batida pelas rivais, dado o domínio amplo nas ultimas três temporadas, onde conquistou de forma avassaladora três títulos por equipes e pilotos, sendo dois com Lewis Hamilton e um com Nico Rosberg. O time alemão começa 2017, como favorita ao titulo, dado o desempenho consistente nos testes de pré-temporada em Barcelona, o que já era esperado. Para este ano, a equipe alemã, mudou a sua dupla de pilotos, após a aposentadoria de Nico Rosberg, atual campeão, que anunciou a sua saída das pistas cinco dias após conquistas o titulo mundial de 2016. Em seu lugar, a Mercedes surpreendeu a todos e foi buscar na Williams o finlandês Valteri Bottas, onde muitos apostavam em Pascal Wehrlein como substituto natural, por ser piloto de testes da equipe alemã, o que acabou não acontecendo.

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Lewis Hamilton

O britânico tricampeão do mundo surge como franco favorito ao titulo da temporada, uma vez que não terá o seu maior rival das ultimas três temporadas, o alemão Nico Rosberg. Nico, que se aposentou dias após conquistar o titulo mundial da temporada 2016, surpreendeu o mundo do esporte, que esperava vê-lo defender seu titulo nesta temporada. Sem a presença de Rosberg, Hamilton começa o ano como ‘o cara’ a ser batido dentro da pista, pelos rivais.

Valteri Bottas

Escolha surpreendente para a vaga deixada por Nico Rosberg, o finlandês Valteri Bottas, terá em 2017, o maior desafio na sua carreira. O finlandês de 27 anos, chega para a sua quinta temporada na Formula 1, com a missão de provar que não foi uma simples aposta da Mercedes, quando o mercado de pilotos apontava Pascal Wehrlein como substituto natural de Rosberg. Em primeiro momento da temporada, Bottas deve fazer a figura do segundo piloto, sem incomodar Hamilton. A partir disso, os resultados de pista do finlandês ao longo da temporada irão definir seu papel dentro da equipe.

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Ferrari

Prestes a completar dez anos do seu ultimo titulo, a Ferrari inicia o ano como a principal desafiante ao reinado da Mercedes. Destaque nos testes de pré-temporada, o desempenho da Ferrari, ligou uma espécie de sinal de alerta na Mercedes, com direito a declarações cautelosas de Niki Lauda e Lewis Hamilton, dada a excelente performance dos carros da escuderia italiana. Diferente de Williams e Mercedes, a Ferrari aposta novamente todas as fichas na manutenção da sua dupla de pilotos para acabar com jejum de títulos da equipe. Com Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel, a Ferrari acredita que 2017 será a temporada para encerrar a seca de dez anos sem conquistas daquela que é a equipe de maior tradição dentro da Fórmula 1.

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Sebastian Vettel

O alemão tetracampeão do mundo, começa 2017 com a missão de apagar a temporada de insucessos que foi 2016, com direito a quebras e acidentes na sua Ferrari. Um dos destaques na pré-temporada, Vettel sabe que ainda está devendo uma temporada mais consistente dentro da Ferrari, e que precisa melhorar o desempenho na pista, para justificar seu cartaz de tetracampeão mundial, e assim sonhar com o quinto titulo mundial na carreira, igualando a marca de Juan Manuel Fangio.

Kimi Raikkonen

O ultimo piloto campeão mundial pela Ferrari em 2007, Kimi Raikkonen começou o ano animando a escuderia italiana com boas performances nos treinos de pré-temporada em Barcelona. Assim como Vettel, Kimi também sabe que a pressão pelos dez anos sem títulos da Ferrari, pode ser um elemento a mais dentro da panela de pressão que é trabalhar dentro de uma das equipes mais tradicionais da Fórmula 1.

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Williams

Destaque positivo nos testes de pré-temporada, a tradicional escuderia inglesa foi uma que surpreendeu em Barcelona no inicio deste mês, chegando a liderar um dos dias de testes com Felipe Massa. Com a missão de voltar a ser a terceira força dentro do grid atual, a Williams terá de volta a experiência de Felipe Massa, após uma curta aposentadoria e a estréia do jovem canadense de 18 anos, Lance Stroll.

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Felipe Massa

Após anunciar a saída da Formula 1 no final da temporada passada, o piloto brasileiro de 35 anos, foi convencido por Claire Williams a desistir da aposentadoria no final do mês de janeiro e assim fechou um acordo até o final da temporada com a equipe inglesa. Com isso, Massa vai para sua 15ª temporada na Fórmula 1, mantendo assim por hora, uma tradição dentro do automobilismo nacional que desde 1970 com Emerson Fittipaldi, a maior categoria do automobilismo mundial, conta com um representante brasileiro.

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Lance Stroll

O jovem canadense de 18 anos, que faz a sua temporada de estréia na Fórmula 1, chegou inicialmente para ser o substituto de Felipe Massa, dentro da escuderia inglesa, viu uma reviravolta dentro da equipe, com a surpreendente saída de Valteri Bottas para a Mercedes e o retorno de Massa para Williams. Com um aporte financeiro de seu pai, Lawrence Stroll, um industriário de sucesso canadense, a família Stroll atualmente é proprietária do circuito de Mont Tremblant no Canadá, que foi palco do GP do local nos anos de 1968 e 1970. Além disso, Lawrence Stroll também é proprietário da equipe Prema, escuderia destaque nas categorias de base, que formam pilotos para as mais diversas categorias. Considerado por muitos como piloto promissor, Lance Stroll chega à Fórmula 1 detentor do titulo da F3 Européia, com o feito de 14 vitorias em 30 corridas disputadas.

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Red Bull

Maior vencedora no começo da década, com os quatro títulos de Sebastian Vettel, a Red Bull vive um período bem diferente dos tempos em Vettel liderava a escuderia austríaca. Mesmo assim, a RBR foi a única equipe que conseguiu derrotar as Mercedes em duas oportunidades em 2016, uma com Max Verstappen no GP da Espanha e a outra com Daniel Ricciardo no GP da Malásia. Além disso, uma série de pódios em 2016, colocam a Red Bull como um carro a ser observado atentamente por rivais mais próximos como Ferrari e Williams, uma vez que foi a única equipe exceto a Mercedes que venceu provas em 2016.

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Daniel Ricciardo

Um dos melhores pilotos do grid atual, o australiano de 27 anos começa 2017 com boas perspectivas, após fazer uma grande temporada em 2016. Com uma vitoria no GP da Malásia e mais sete pódios no ano, Ricciardo começa a temporada confiante em repetir os bons resultados e assim alavancar a Red Bull de volta as primeiras posições do grid, a fim de duelar com carros como Mercedes e Ferrari.

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Max Verstappen

O menino prodígio da categoria, Max Verstappen foi alçado para Red Bull após o fraco desempenho de Daniil Kvyat nas primeiras corridas de 2016. Na ocasião, Max deixou a equipe coirmã Toro Roso, substituindo Kvyat, em uma troca, um pouco habitual, e que não soou muito bem dentro do paddock. Mesmo assim, sabendo do talento de Max, a polemica troca, logo rendeu frutos para a Red Bull que desbancou a Mercedes no Grande Premio da Espanha, em uma corrida perfeita de Verstappen. Para este ano, Max começa a temporada querendo mostrar porque é tido dentro do paddock como futuro campeão da categoria.

Force India

Uma das boas surpresas de 2016, a Force India chegou a ser em determinado momento da temporada a quarta força do grid, superando a Williams em boa parte da segunda metade da temporada, com boas performances de Sergio Perez e Nico Hulkenberg. Para 2017, a Force India, perdeu Hulkenberg para a Renault, e contratou o jovem Esteban Ocon, que encerrou a temporada na extinta equipe Manor. Por outro lado, a escuderia inglesa manteve o mexicano Sergio Pérez, que tem obtido bons resultados com a equipe nas ultimas temporadas. Chegando a subir no pódio em duas oportunidades em 2016.

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Sérgio Pérez

Indo para a sétima temporada na Fórmula 1, o mexicano de 27 anos começa o ano com a perspectiva de repetir as boas performances das duas ultimas temporadas pela Force India. Com dois pódios em 2016, Pérez é um piloto que parece se sentir em casa guiando pela escuderia inglesa, onde podemos esperar boas corridas do mexicano ao longo do ano.

Esteban Ocon

Revelação francesa, o jovem Esteban Ocon estreou na Fórmula 1 na metade da temporada passada após substituir o indonésio Rio Haryanto na extinta equipe Manor. Sem mostrar resultados expressivos, Ocon chega à equipe Force India com o aporte da Mercedes que investe no piloto francês, que é tido como promissor dentro da cúpula da montadora alemã. Em contrapartida, a Force India conseguiu por mais uma temporada manter a parceria com a montadora alemã, mantendo assim o fornecimento de motores Mercedes para essa temporada.

Toro Roso

Outra boa surpresa nos testes de pré-temporada, a escuderia Toro Roso começa 2017 deixando para trás os defasados motores Ferrari, para assim como a equipe coirmã Red Bull, passar a utilizar os motores Renault. Com isso, podemos esperar uma equipe mais competitiva do que nunca em 2017, onde não estão descartados boas performances, e algumas participações no Q3 durante a temporada, algo que aconteceu algumas vezes em 2016. Para este ano, a escuderia italiana manteve a sua dupla de pilotos com o russo Daniil Kvyat e o espanhol Carlos Sainz Jr.

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Daniil Kvyat

O piloto russo, que sofreu em 2016 um duro golpe ao ser sacado da Red Bull e ‘rebaixado’ para a Toro Roso, parece ter reencontrado seu rumo dentro da categoria, e encerrou 2016 com boas performances. Com isso, Kvyat começa 2017 querendo mostrar seu talento para quem sabe sonhar em uma volta improvável para a Red Bull, que hoje conta com Max Verstappen e Daniel Ricciardo.

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Carlos Sainz Jr.

O jovem espanhol Carlos Sainz, chega a sua terceira temporada na maior categoria do automobilismo mundial, após um 2016 de ótimos resultados, se for levar em conta todas as limitações do carro da Toro Roso. Para 2017, com o impulso dos motores Renault, se espera performances ainda mais consistentes do espanhol, que tem mostrado bons serviços a Toro Roso.

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Haas F1

Estreante em 2016, a equipe norte-americana Haas teve um inicio de temporada surpreendente, chegando a pontuar com Romain Grosjean nas primeiras provas da temporada. Passado o inicio avassalador da Haas, o que se viu foram inúmeras dificuldades de performance de seus carros, com desentendimentos dentro e fora da pista. Para 2017, o aprendizado da primeira temporada na maior categoria do automobilismo mundial. Assim, como algumas equipes, a Haas também trocou um dos seus pilotos para essa temporada, onde o mexicano Esteban Gutierrez deixou a equipe para a chegada do dinamarquês Kevin Magnussen.

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Romain Grosjean

A temporada passada foi uma espécie de redenção na carreira do piloto francês, que esteve muito perto de deixar a Fórmula 1 ao final de 2015, antes de fechar com a equipe Haas. Para este ano, a equipe norte-americana conta com a experiência de Grosjean para liderar a equipe e assim levar a Haas para parte da frente do grid. Uma tarefa e tanto para o piloto francês.

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Kevin Magnussen

Piloto que surgiu como revelação na McLaren em 2015, com direito a um pódio na corrida de estréia, na Austrália naquele ano, Kevin acabou sucumbindo a pressão de estar em uma equipe com a tradição da McLaren. Com isso, o jovem dinamarquês viu em uma ida para Renault em 2015, uma oportunidade de retomar a carreira. Com sete pontos em 2016 com a Renault, Magnussen, não teve o contrato com a escuderia francesa renovado, e assim acabou fechando com a Haas para em 2017 tentar um recomeço na carreira.

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McLaren

Uma das equipes mais vitoriosas na historia da Fórmula 1, vive talvez os seus piores anos dentro da categoria. Depois de uma segunda metade da temporada animadora já pensando em 2017, o ano começou com inúmeras dificuldades para McLaren já nos testes de pré-temporada, quando pouco conseguiu desenvolver seu carro, e de quebra ainda entrou em conflito com a Honda, sua parceira no fornecimento de motores. Além disso, a equipe inglesa ainda teve de lidar com as declarações fortes de Fernando Alonso, que deixou bem claro o seu descontentamento com a falta de performance do carro, dando mostras de que o ano não deve começar nada bem para McLaren. Em outra via, a tradicional escuderia britânica, também promoveu uma troca em seus cockpits. Com a saída de Jenson Button, o jovem belga Stoffel Vandoorne é que fará parceria a Fernando Alonso, em um ano que promete ser difícil para McLaren.

McLaren

Fernando Alonso

Indo para a sua 15ª temporada na F1, o espanhol bicampeão do mundo começa 2017 em atrito com a McLaren após um 2016 razoável dentro das possibilidades de performance da escuderia britânica. Ainda assim, Alonso esperava uma grande evolução na parceria com a Honda no fornecimento de motores para a atual temporada, o que não aconteceu e ficou evidente nos testes em Barcelona, quando Alonso foi à imprensa reclamar publicamente da falta de potencia de seu carro, onde o espanhol falou que todas as equipes se prepararam para 2017, menos a McLaren, o que gerou um grande mal estar entre a equipe o piloto espanhol, em um ano que promete ser difícil.

Stoffel Vandoorne

Piloto de testes da McLaren até o ano passado, o jovem belga este ano assume o posto de piloto titular na equipe, após a saída de Jenson Button. Vandoorne, que fará na Austrália a sua segunda corrida na Fórmula 1, uma vez que ele substituiu Fernando Alonso no GP do Bahrein do ano passado, quando Alonso foi vetado pela equipe médica da FIA, após um forte acidente no GP da Austrália. Estréia que na ocasião foi extremamente promissora, uma vez que Stoffel fez seu primeiro ponto na carreira, terminando a corrida na décima posição.

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Renault

Equipe de fábrica, a escuderia francesa tenta evoluir, em relação a sua performance discreta ao longo de 2016. Sonhando em voltar a disputar posições mais a frente no grid de largada, a Renault aposta as fichas em Nico Hulkenberg, que deixou a Force India e que neste ano tentará fazer a Renault dar um salto de qualidade mirando o meio do pelotão de carros. Como companheiro de equipe, a escuderia francesa, optou pela renovação de contrato do inglês Jolyon Palmer, que assim vai para a sua segunda temporada na Fórmula 1.

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Nico Hulkenberg

Piloto de talento reconhecido dentro do paddock, Nico Hulkenberg chega a Renault em 2017, após duas temporadas na Force India. Apostando no projeto da escuderia francesa de voltar a ser competitiva, a chegada de Nico à Renault pode dar um salto de qualidade para equipe, que agora terá em um de seus carros um piloto que tem se destacado pelos resultados consistentes com uma equipe mediana que era a Force India. Consistência, que é tudo o que a Renault precisa para alçar vôos maiores dentro do cenário atual da Fórmula 1.

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Jolyon Palmer

Após a estrear em 2016, o britânico Jolyon Palmer, teve um desempenho fraco ao longo da última temporada, onde por muito pouco não ficou de fora da temporada atual, quando chegou a disputar com Kevin Magnussen uma vaga dentro da equipe. Com a ida de Magnussen para a Haas, a Renault optou por manter Palmer, ao invés de trocar seus dois pilotos, e assim o britânico segue na categoria neste ano. Ano, que deve ser decisivo para a carreira de Palmer, que se não mostrar melhores resultados, provavelmente terá no fim de 2017, a sua carreira abreviada dentro da F1.

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Sauber

Um dos piores carros da temporada passada, a Sauber começa 2017, fadada a seguir com a sina de carro ruim. Tudo porque a escuderia suíça permanecerá com a parceria com a Ferrari, que fornecerá os motores da temporada passada, que é reconhecidamente mais lento que os motores atuais, o que garante em um primeiro momento, uma desvantagem enorme da Sauber perante as equipes rivais. Em contrapartida, a nova parceria da Sauber com um grupo de investidores suíços, que comprou a equipe ainda na metade do ano passado, pode ser a válvula de escape para solucionar problemas dentro e fora da pista, e que inicialmente parece que não serão simples de solucionar. Em seus carros, a Sauber também realizou uma troca em seus pilotos, manteve o sueco Marcus Ericsson, e trouxe o alemão Pascal Wehrlein, que ficou com o cockpit que era do brasileiro Felipe Nasr, que não teve o seu contrato renovado com a equipe suíça.

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Marcus Ericsson

Com atuações fracas ao longo de 2016, Marcus Ericsson, acabou sendo o escolhido pela Sauber para permanecer na equipe para esta temporada, após um ano de uma ‘queda de braço’ intensa com Felipe Nasr. Sem mostrar um bom desempenho e com um carro com grandes limitações como a Sauber, dificilmente veremos alguma performance que de fato chame a atenção, do piloto sueco.

Pascal Wehrlein

Piloto de testes da Mercedes até o ano passado, o alemão Pascal Wehrlein era o favorito para assumir a vaga deixada por Nico Rosberg na Mercedes, e assim fazer dupla com Lewis Hamilton, o que acabou não acontecendo, quando a Mercedes surpreendeu e escolheu Valteri Bottas para ser o substituto de Nico. Com isso, uma vaga na Sauber foi tudo o que sobrou para Pascal, que terá mais uma temporada para mostrar serviço, para quem sabe ser lembrado pela Mercedes ao final do ano, quando encerra o contrato de Bottas.

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